He had his dream, and all through life,
Worked up to it through toil and strife.
Afloat fore'er before his eyes,
It colored for him all his skies:
The storm-cloud dark
Above his bark,
The calm and listless vault of blue
Took on its hopeful hue,
It tinctured every passing beam --
He had his dream.
He labored hard and failed at last,
His sails too weak to bear the blast,
The raging tempests tore away
And sent his beating bark astray.
But what cared he
For wind or sea!
He said, "The tempest will be short,
My bark will come to port."
He saw through every cloud a gleam --
He had his dream.
Paul Laurence Dunbar
segunda-feira, 8 de dezembro de 2008
Parliament Funkadelic
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domingo, 7 de dezembro de 2008
Fagundes, o puxa-saco
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sábado, 6 de dezembro de 2008
paranoid android
Please could you stop the noise, I'm trying to get some rest
From all the unborn chicken voices in my head
What's this? (I may be paranoid, but not an android)
What's this? (I may be paranoid, but not an android)
When I am king, you will be first against the wall
with your opinion which is of no consequence at all
What's this? (I may be paranoid, but no android)
What's this? (I may be paranoid, but no android)
Ambition makes you look pretty ugly
Kicking, squealing, gucci little piggy
You don't remember
You don't remember
Why don't you remember my name?
Off with his head, man
Off with his head, man
Why don't you remember my name? I guess he does...
Rain down, rain down
Come on rain down on me
From a great height
From a great height... height...
Rain down, rain down
Come on rain down on me
From a great height
From a great height... height...
Rain down, rain down
Come on rain down on me
That's it sir
You're leaving
The crackle of pigskin
The dust and the screaming
The yuppies networking
The panic, the vomit
The panic, the vomit
God loves his children, God loves his children, yeah!
Publicada por Ricardo de Magalhães à(s) sábado, dezembro 06, 2008 0 comentários
sexta-feira, 5 de dezembro de 2008
Giving Up
What if we stop having a ball?
What if the paint chips from the wall?
What if there's always cups in the sink?
What if I'm not what you think I am?
What if I fall further than you?
What if you dream of somebody new?
What if I never let you win, chase you with a rolling pin?
Well what if I do?
cause...
I am giving up on making passes and
I am giving up on half empty glasses and
I am giving up on greener grasses.
I am giving up.
What if our baby comes home after nine?
What it your eyes close before mine?
What if you lose yourself sometimes? Then I'll be the one to find you
Safe in my heart.
cause...
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quinta-feira, 4 de dezembro de 2008
You Picked Me
Nem paz nem felicidade se recebem dos outros nem aos outros se dão. Está-se aqui tão sozinho como no nascer e no morrer; como de um modo geral no viver, em que a única companhia possível é a daquele Deus a um tempo imanente e transcendente e a dos que neles estão, a de seus santos. Felicidade ou paz nós as construímos ou destruímos: aqui o nosso livre-arbítrio supera a fatalidade do mundo físico e do mundo do proceder e toda a experiência que vamos fazendo, negativa mesmo para todos, a podemos transformar em positiva. Para o fazermos, se exige pouco, mas um pouco que é na realidade extremamente difícil e que não atingiremos nunca por nossas próprias forças: exige-se de nós, primacialmente, a humildade; a gratidão pelo que vem, como a de um ginasta pelo seu aparelho de exercício; a firmeza e a serenidade do capitão de navio em sua ponte, sabendo que o ata ao leme não a vontade de um rei, como nos Descobrimentos, mas a vontade de um rei de reis, revelada num servidor de servidores; finalmente, o entregar-se como uma criança a quem sabe o caminho. De qualquer forma, no fundo de tudo, o que há é um acto de decisão individual, um acto de escolha; posso ser, se tal me agradar, infeliz e inquieto.
Agostinho da Silva
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quarta-feira, 3 de dezembro de 2008
My Mistakes Were Made For You
Era o último amor. A casa fria,
os pés molhados no escuro chão.
Era o último amor e não sabia
esconder o rosto em tanta solidão.
Era o último amor. Quem advinha
o sabor pela escuridão?
Quem oferece frutos nessa neve?
Quem rasga com ternura o que foi verão?
Era o último amor, o mais perfeito
fulgor do que viveu sem as palavras.
Era o último amor, perfil desfeito
entre lumes e vozes passadas.
Era o último amor e não sabia
que os pés à terra nua oferecia.
Luís Filipe Castro Mendes
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terça-feira, 2 de dezembro de 2008
A memória é...
A memória é essa claridade fictícia das sobreposições que se anulam. O significado é essa espécie de mapa das interpretações que se cruzam como cicatrizes de sucessivas pancadas. Os nossos sentimentos. A intensidade do sentir é intolerável. Do sentir ao sentido do sentido ao significado: o que resta é impacto que substitui impacto — eis a invenção.
Ana Hatherly, in 'Tisanas'
Publicada por Ricardo de Magalhães à(s) terça-feira, dezembro 02, 2008 0 comentários





